O relacionamento entre os agentes de viagens e seus clientes é impulsionado, mas não controlado pela tecnologia. Essa é uma das conclusões do U.S. Travel Agency Distribution Landscape 2016-2021 da Phocuswright, que será lançado na íntegra em novembro, durante conferência em Los Angeles.

Nas últimas duas décadas, o negócio de agências passou por uma evolução, sendo que parte dessa mudança tem a ver com o trabalho realizado em casa.

De acordo com a prévia do estudo, mais de 51% dos entrevistados são de origem domiciliar. Essa mudança levou a uma adoção rápida de tecnologias que ajudam os consultores a se comunicar com seus fornecedores, colegas e clientes.

Os profissionais se adaptaram rapidamente ao uso de mídias sociais, métodos de mensagens baseados em aplicativos e métodos de reserva otimizados para dispositivos móveis. “Apenas um profissional de viagens pode liberar o incrível poder da inteligência genuína, a verdadeira inteligência humana alimentada pela paixão do agente, com a tecnologia como servente e não como mestre”, afirmou o presidente e CEO da Trisept Solutions, John Ische.

No último panorama de distribuição, relacionado ao período 2009-2013, o uso de dispositivos móveis ficou abaixo de 10% em todos os níveis. Em estudo recente, com mais de 1,5 mil entrevistados, 61% dizem que estão fazendo pesquisas para seus clientes em dispositivos móveis e 34% afirmam que estão usando celulares para reservar viagens.

Quando perguntados por que os entrevistados da pesquisa ainda estavam ligando para reservar produtos como cruzeiros e tours, a porcentagem mais alta apontou que era incapaz de reservar o produto específico que o cliente queria ou precisava on-line. Para que a comunidade de agências faça mudanças tecnológicas ainda maiores, a tecnologia precisa alcançar esses produtos, de acordo com a análise da Phocuswright.

Fonte: Panrotas